O poder do riso

Image1- Quando sair de casa, não esqueça a alegria dentro do armário.
2- Os Doutores da Alegria advertem: rir em excesso pode causar bem-estar.
3- A alegria é contagiante. Deixe que ela se torne uma epidemia.
4- Para viver com alegria, a receita é retomar o bom-humor de 2 em 2 horas.
5- Não tenha medo de se divertir.
6- A felicidade não tem contraindicações.
7- Faça uma reflexão periódica sobre o seu humor.
8- Quando o seu sorriso se tornar uma surpresa para as pessoas, é hora de cuidar da sua personalidade.
9- De vez em quando esqueça aquele papo de manter os pés no chão.
10- Não tenha vergonha de ser ridiculamente feliz.
11- Uma risada vale mais do que mil palavras.
12- Quem não ri, vive pela metade.
Doutores da Alegria
(Extraído do livro “Receituário da Alegria”)
Ria. Rir é o melhor remédio mesmo! Comprovado cientificamente. Movimenta uma grande quantidade de músculos de nossos rostos. Altera os hormônios internos, como a injetar adrenalina em nosso dia a dia, da mesma forma que os exercícios o fazem e nos deixam mais estimulados, dispostos e capazes de realizar, de fazer, de nos relacionar uns com os outros. E qual é a fórmula do riso? Depende de pessoa para pessoa, certamente.
Há aquelas que preferem as piadas e que se divertem muito com elas. Hoje há correntes na web que transmitem e retransmitem histórias e mais histórias engraçadas de todos os tipos para a alegria de muitos internautas. Pessoalmente tenho preferência por contadores de piadas ao vivo. É preciso ter jeito para fazer isso, é certo. Trata-se de uma arte capaz de levar as pessoas as gargalhadas. Não é apenas reproduzir histórias engraçadas. É preciso interagir, fazer expressões engraçadas, dar ênfase em determinados pontos da história, vivenciar o caso que está sendo contado, verdadeiramente dramatizar…
Existe ainda o humor sutil. De contexto. Muito percebido atualmente por conta das chamadas Sitcoms americanas, ou seja, daqueles seriados vindos dos Estados Unidos que estão nas redes de TV de todo o mundo, como “Two and a Half Men”, “Friends”, “Mad about you”, “Os Simpsons”, “The big bang theory”… No Brasil também temos ou tivemos sitcoms como as americanas, entre as mais famosas e de maior destaque podemos nos lembrar de “A Grande Família”, “Vai que Cola”, “Os Normais”, “Tapas e Beijos”, “Sai de Baixo”…
Este humor sutil também aparece em comédias cinematográficas. Grandes astros do cinema mundial se especializaram em fazer rir e chorar ao mesmo tempo, de Chaplin a Benini, passando por astros como Jack Nicholson e Diane Keaton, pelo humor crítico e ácido de Woody Allen ou mesmo viajando por produções recentes de muito sucesso nos cinemas nacionais como por exemplo os dois filmes da série “Se eu fosse você”, estrelados por Tony Ramos e Glória Pires.
O cinema também trabalha com o humor escrachado, pastelão. Esta matéria-prima é tão antiga quanto o cinema. Vem desde os clássicos de Stan Laurel e Oliver Hardy (O gordo e o magro), Os três patetas e tantos outros mestres do cinema em preto e branco, com poucos recursos técnicos, ingênuo. Cantinflas no México e Mazaropi no Brasil encarnam esta vertente. Hoje em dia há várias celebridades especializadas neste tipo de humor, como Jim Carrey, Ben Stiller, Rowan Atkinson (Mr. Bean) ou Adam Sandler. A TV também traz este tipo de humor, com programas que marcaram época, como por exemplo TV Pirata ou A Praça é nossa.
O teatro é outra alternativa interessantíssima. Já tive a oportunidade de ver shows de alguns comediantes brasileiros (Jô Soares, Ary Toledo, Rafinha Bastos, Marco Luque, Ênio Vivona, Oscar Filho, Sérgio Rabelo…), cada um deles com um estilo próprio, peculiar e hilário a seu modo. Como disse no princípio deste texto, fazer rir é uma arte inimitável que torna estes humoristas verdadeiros artesãos do riso. Imitações, interpretações, caretas, casos vividos por cada um deles ou mesmo as boas (velhas ou novas) piadas são a tônica destes comediantes quando estão ao vivo!
É possível e necessário rir e, mais do que rir de situações cômicas na TV, no Cinema ou no Teatro (com os shows de humoristas ou atualmente com o Stand-up Comedy), temos que movimentar nossos músculos faciais mais e mais vezes durante o dia. Temos que aprender, inclusive, a rir de nós mesmos!
Só para fechar… E rir de mim mesmo (é preciso descontrair, aprender a rir de si mesmo, não levar tudo tão a sério)… Há alguns anos atrás, quando vivia na fazenda, tínhamos muitos problemas com a fiação do telefone e também com a elétrica, que corria dentro da propriedade antes de chegar aos postes externos, ligados as linhas das companhias de luz e telefonia. Para resolver o problema da telefonia, troquei toda a fiação e fiz as necessárias ligações, pois a alegação de problemas quando ligava para a companhia telefônica era sempre relacionada a fiação interna. Chuva leve caiu, os problemas voltaram e com aquela chiadeira no telefone, resolvi ligar para a telefônica e reclamar. Olhei a lista, disquei o número, comecei de cara a reclamar, dizendo que havia trocado a fiação e que agora o problema era com eles sem dar trégua para a atendente… E ela a todo o momento tentando dizer: “Mas, meu senhor…”. Não adiantava, lá ia eu, sem dar chance de resposta a ela. Depois de alguns poucos minutos, eis que ela pega uma brecha em minha fala e emenda: “Senhor, me desculpe, mas o senhor tem que ligar para a companhia telefônica, pois ligou errado, para a companhia de eletricidade…”. Desliguei o telefone, rindo muito de minha distração e, ainda, aliviado por não ter falado meu nome…
Obs. Fazer o bem para os outros estimulando a alegria e o riso é outra grande forma de se sentir bem! Os doutores da alegria no Brasil realizam um belíssimo trabalho e, por isso mesmo, recomendo esta prática e exemplo tão bonito!
Por João Luís de Almeida Machado

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