Em busca de Qualidade de Vida? Mas o que é isto?

Creio que todas as pessoas que conheço perseguem, de algum modo, aquilo que chamam de Qualidade de Vida. Algumas associam ao lugar onde vivem ou gostariam de viver e, neste caso, as preferências variam bastante, da praia a montanha, de lugares tranquilos a cidades grandes.
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Há aqueles que relacionam esta ideia ao emprego, a profissão, ao trabalho. Pensam em quantas horas diariamente dedicamos a labuta diária e imaginam que para ter qualidade de vida é preciso ter um bom trabalho, no qual se sintam bem, tendo real prazer naquilo que fazem e, ainda, de preferência, sendo bem remunerados e contando com benefícios variados.
É comum também que saibamos de pessoas que pensam que para suas vidas serem de qualidade é preciso ter uma conta bancária saudável. Dinheiro ameniza as dores nos momentos difíceis e torna mais doce e tranquilo o cotidiano, legando ao dono o conforto que lhe acomoda dia após dia.
Neste interim, alguns pensam não no dinheiro, mas nos bens materiais que este possibilita ter como a fonte do tão aguardado e sonhado nirvana. Ter casa grande, espaçosa, confortável, com um belo carro na garagem, poder desfrutar de um hobby, viajar e tantas outras benesses materiais seria então o ponto decisivo para se chegar a tão sonhada qualidade de vida. E é claro que esses benefícios materiais citados ajudam ou, aparentemente nos encaminham para uma existência, no mínimo, mais confortável.
Será, no entanto, que eles representam aquilo que está realmente associado ao conceito de qualidade de vida quando pensamos a respeito do mesmo? Porque, fundamentalmente falando, esta qualidade se associa a um conceito bastante subjetivo, a felicidade.
E quando buscamos a felicidade não podemos dissociá-la da realidade, sendo assim, é certo que o conforto material proporcionado por uma boa casa, um bom saldo bancário, férias regulares, carro na garagem entre outras benesses materiais ajuda bastante, não podemos nos enganar quanto a isso, faz diferença sim…
Mas o essencial, muitas vezes parece invisível aos olhos e, no geral, há momentos em que, mesmo bem empregados, com tantos confortos materiais e dinheiro no banco, ainda parecemos (ou realmente estamos) um tanto quanto infelizes, desanimados, descrentes, cansados…
E é neste momento que percebemos que qualidade de vida se associa não apenas aos bens materiais, mas também a saúde física, mental, espiritual, aos relacionamentos com parentes e amigos, ao ritmo de vida que temos, as espectativas e sonhos que alimentamos.
Pensando assim, de forma mais ampla, começamos a perceber que a conjunção da tríade corpo, mente e alma em cooperação é que nos permite a felicidade e que, para chegarmos nela, é imprescindível que não separemos as intâncias mencionadas, pensando em nós mesmos como apenas corpo, ou apenas mente, ou somente alma. A alimentação influencia nosso bem-estar. Exercícios físicos são indispensáveis.
Noites de sono bem dormidas representam maior disposição. Participação em eventos culturais torna a mente mais preparada e atenta. Viagens nos permitem vivenciar experiências diferentes que ajudam a aumentar os hormônios do bem, gerando satisfação ao corpo…
Mas é assim que estamos vivendo? Faça um levantamento geral e tente verificar se esta é a sua realidade. Caso não seja, é hora de rever seus conceitos e buscar uma existência mais saudável em todos os sentidos, para seu corpo, mente e alma!
Por João Luís de Almeida Machado

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